UM BREVE GUIA PARA A CONFISSÃO – PARTE 6

CONFISSÃO DE PECADOS INVISÍVEIS EXTERNOS

Os pecados externos, visíveis e corporais são, na maioria das vezes, manifestações de estados pecaminosos internos, ou estão diretamente relacionados a eles. No exemplo da fornicação, que é um pecado externo grave, vimos como tudo, na verdade, começa com pensamentos simples que, com o tempo, se transformam em um sério problema espiritual se não forem rejeitados em seu início. Portanto, todo pecado geralmente é precedido por um pensamento simples, dependendo da fraqueza particular da pessoa. Se não houver o hábito de cortar esses pensamentos, eles crescem e se desenvolvem gradualmente, eventualmente escravizando a pessoa.

Os pensamentos pecaminosos são confessados ​​de forma concisa durante a confissão, na medida necessária para que o sacerdote discerna o estado da alma — isto é, com o que a mente da pessoa está lutando e o grau de sucesso ou fracasso nessa luta. Aqui, é importante ressaltar que os chamados pensamentos blasfemos (pensamentos indescritíveis relacionados ao Senhor Jesus Cristo, à Mãe de Deus, aos Santos…) são confessados ​​de maneira muito simples como blasfemos, sem qualquer descrição, pois não são verdadeiramente nossos, mas impostos pelo inimigo da nossa salvação para nos lançar no desespero e na angústia. Além disso, como observam os Padres vigilantes, o próprio fato de tais pensamentos nos perturbarem profundamente e produzirem em nós um sentimento desagradável já indica que são uma sugestão externa, que devemos simplesmente rejeitar e não aceitar, para que em algum momento não se tornem nossos.

No que diz respeito aos estados pecaminosos internos, o problema fundamental reside na distração e na desatenção, por um lado, e na falta de oração noética, por outro. Essa combinação clássica de frouxidão espiritual permite que o pecado cresça dentro de nós e ocupe imperceptivelmente porções cada vez maiores do espaço interior do nosso ser. Se, além disso, houver negligência e falta de discernimento, o pecado ganha amplo terreno para operar.

Considerando tudo o que foi dito, é particularmente surpreendente que geralmente não consigamos perceber nossa própria desolação interior, embora muitas vezes nos atrevamos a julgar a disposição pecaminosa interior dos outros. A razão é clara: somos negligentes na oração, apressados ​​e distraídos, e, portanto, não enxergamos adequadamente nosso próprio estado interior. Surge aqui um aparente paradoxo: quanto mais uma pessoa avança na purificação da alma, mais pecados ela percebe em si mesma, e vice-versa. Isso, porém, não deveria nos surpreender; em uma parede limpa, até mesmo uma pequena mancha é claramente visível, enquanto em uma parede já coberta de grafite pode-se adicionar quanta sujeira se desejar e pouco se destacará. Assim, nosso próprio estado de lassidão espiritual, manifestado principalmente na desatenção e na distração, muitas vezes nos leva a pecados de pensamento.

Se nossa mente invocasse com mais frequência o Nome mais poderoso, com as palavras “Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tem piedade de mim”, esmagaríamos o pecado logo na sua origem, impedindo-o de se desenvolver, derretendo-se como cera diante do fogo (como se diz na oração à Santa Cruz). Infelizmente, como geralmente não praticamos a oração atenta, sofremos cronicamente sob a tirania dos pensamentos, que fervilham em nossa mente como abelhas em uma colmeia — um sinal primordial de que a mente não está funcionando como deveria. Tal condição deve ser confessada, e devemos buscar cura com um Pai Espiritual, que nos apresentará o método da oração noética em espírito de arrependimento.

Já que temos dificuldades com a oração, devemos nos perguntar se também temos dificuldades com a fé. Para começar, cada um de nós deve examinar se crê e confessa sincera e firmemente como a Igreja Ortodoxa crê e confessa, ou se crê de acordo com suas próprias noções pessoais. Isso é importante, porque tudo começa com a fé, inclusive nossa vida ética, por mais que muitas vezes não tenhamos consciência disso. Portanto, se houver fé fraca (isto é, dúvida nas verdades da Ortodoxia, no poder de Deus ou na providência divina) ou crença falsa (pensamento heterodoxo), tal condição deve ser reconhecida e confessada. Da mesma forma, se cremos corretamente, mas somos ingratos a Deus ou blasfemamos contra o Seu Nome em momentos de angústia, também cometemos um pecado que deve ser confessado.

Um problema específico neste domínio é a traição a Deus através da aceitação ou prática de várias superstições. Existe uma infinidade de hábitos supersticiosos pelos quais Deus é traído: desde a leitura da borra de café e horóscopos (que muitos consideram entretenimento inofensivo, mas que na verdade constituem uma superstição primitiva incompatível com a Ortodoxia), até a visita a diversos gurus, médiuns, feiticeiros, adivinhos e praticantes da chamada magia branca ou negra, chegando ao uso dos chamados “amuletos do imã” (que são uma prática proibida até mesmo entre os muçulmanos). Tudo isso é absolutamente inaceitável para os cristãos e representa nada mais do que um ato de traição espiritual, que como tal deve ser amargamente lamentado, prontamente confessado e jamais repetido. Infelizmente, a maioria das pessoas não tem a menor noção da profundidade da queda nesses casos, nem do fato de que, ao se envolverem em tais superstições, elas efetivamente renunciam à verdadeira fé. Esse tipo de traição é especialmente grave se a pessoa leva uma vida litúrgica — pois como conceber a reconciliação de tais pecados com a participação na Divina Liturgia e a comunhão nos Santos Mistérios de Cristo?

É necessário mencionar também o uso cada vez mais difundido de técnicas meditativas originárias do Extremo Oriente, que, em suma, são incompatíveis com a espiritualidade ortodoxa. Por exemplo, no caso da prática do sistema meditativo da ioga, o cristão se encontra em uma espécie de estado espiritual esquizofrênico — ele emprega um método fundamentalmente antropocêntrico (em vez de cristocêntrico) e, assim, afasta a graça de Deus em vez de adquiri-la gradualmente. Além disso, vários “estados” meditativos podem, com o tempo, levar a graves ilusões espirituais (coletivamente denominadas prelest), visto que o praticante carece da experiência necessária para distinguir entre energias criadas e incriadas — algo que pode ter consequências espirituais muito graves. Se, além disso, essas técnicas meditativas do Extremo Oriente forem combinadas com as tradições filosófico-religiosas em que se fundamentam (como ideias de união intelectual com o cosmos ou com um Absoluto impessoal), chega-se a uma queda espiritual equivalente à idolatria clássica e a uma traição flagrante ao Deus Verdadeiro. Todos esses estados e experiências ilusórias, se presentes, devem ser confessados ​​em arrependimento, e as práticas meditativas mencionadas devem ser abandonadas e substituídas pela oração noética na vida litúrgica da Igreja.

Ao considerarmos o tema dos estados pecaminosos internos que não são visíveis externamente, devemos dar atenção especial a dois pecados que inevitavelmente nos assaltam: o orgulho e o amor-próprio (egoísmo). Esses dois pecados são, de longe, os inimigos mais perigosos e, ao mesmo tempo, os mais insidiosos da nossa saúde espiritual. Além disso, essa dupla se opõe diretamente à humildade e ao amor — onde o orgulho e o amor-próprio reinam, não há humildade nem amor, e, inversamente, onde a verdadeira humildade e o amor prevalecem, esses pecados simplesmente não têm lugar. Por essa razão, devemos lutar contra o orgulho e o amor-próprio sem piedade, até que sejam erradicados: ou eles persistirão, ou nossa saúde espiritual perecerá.

Comecemos pelo orgulho, nosso principal inimigo entre as paixões. É uma grave doença espiritual na qual a pessoa se coloca no centro do mundo, se exalta acima dos outros e se torna tanto seu próprio ídolo quanto uma obsessão mental. Existem, além disso, várias formas de orgulho. O orgulho mais facilmente reconhecível é o orgulho da chamada razão, que afeta particularmente aqueles que possuem conhecimento em certas áreas, detêm títulos elevados, são renomados por algo ou simplesmente são talentosos, e assim passam a ter uma opinião excessivamente elevada de si mesmos. Contudo, mesmo pessoas simples e sem instrução podem sofrer de orgulho, embora essa forma seja mais difícil de detectar (pode ser discernida, em certa medida, por meio de pecados externos, como o hábito de julgar os outros). Uma forma particularmente grave de orgulho aflige aqueles que possuem virtudes, mas carecem de humildade, e, portanto, têm uma opinião extremamente elevada de si mesmos em um sentido espiritual. Do orgulho procedem diretamente vários estados pecaminosos, que também devem ser confessados ​​se estiverem presentes. Entre eles estão a arrogância, a presunção, o narcisismo, a altivez, a vaidade, a insolência, a ousadia, o escárnio, o desprezo e a hipersensibilidade à ofensa.

Poderíamos perguntar: o orgulho, com todos os seus derivados, é realmente um pecado maior do que o assassinato? Respondamos: se o orgulho não fosse a raiz do problema, haveria assassinato? A história está repleta de líderes orgulhosos, arrogantes, vaidosos e audaciosos que se imaginavam superiores aos outros e, como tal, levaram nações inteiras à destruição em massa catastrófica (as duas Guerras Mundiais são um exemplo clássico). Por outro lado, não há exemplo conhecido de um governante humilde que tenha iniciado guerras de conquista ou tiranizado seu próprio povo. Portanto, o orgulho é a doença mais grave, que deve ser tratada sem concessões, pois é a base dos pecados mais sérios. É verdade que há momentos em que não reconhecemos o orgulho em nós mesmos (especialmente se possuímos certas virtudes ou somos zelosos e, por isso, nos deixamos levar); no entanto, é precisamente por isso que o papel do Pai Espiritual é indispensável — ele pode discernir nosso orgulho quando nós mesmos não conseguimos, e assim guiar a cura de nossas feridas espirituais.

O amor-próprio (egoísmo) é o segundo pecado, igualmente perigoso, que nos assola regularmente. Desde a infância, todos nos acostumamos a esse pecado, quando aqueles ao nosso redor nos colocam no papel de centro do mundo (uma mentalidade infantilizada, especialmente em nossa época, cobra um preço alto), ensinando-nos que é natural recebermos todo tipo de presentes, de brinquedos e doces a atenção e aplausos. Mais tarde, como adultos, nos habituamos ainda mais a esse padrão por meio da sociedade de consumo, na qual tudo é moldado às nossas necessidades e preferências, já que, como consumidores, nos tornamos o foco da atenção corporativa (não porque as corporações nos amem, mas porque buscam lucro conosco). Assim, nos acostumamos ao amor-próprio como a um banho quente. O aspecto mais preocupante é que, às vezes, confundimos o amor-próprio com o amor genuíno, imaginando que amamos os outros quando, na verdade, amamos apenas a nós mesmos, esquecendo que o verdadeiro amor é sempre sacrificial por natureza. O pecado do amor-próprio também se manifesta de diversas formas, incluindo egoísmo, egocentrismo, autopiedade, autojustificação, teimosia e obstinação. É evidente que devemos nos examinar à luz de cada um desses estados pecaminosos e, se os reconhecermos em nós mesmos, confessá-los.

O amor-próprio é um pouco mais fácil de reconhecer do que o orgulho por uma razão simples: ele é sentido diretamente por aqueles que convivem conosco. Quantos casamentos ruíram porque os cônjuges não estavam dispostos a lutar contra o egoísmo, buscando cada um apenas o que era seu? A esse respeito, foi corretamente observado que a principal causa da ruptura dos casamentos cristãos contemporâneos reside na falta de vontade dos cônjuges de lutar contra suas próprias paixões (enfatizamos: suas próprias, não as do outro). Entre essas paixões, o egoísmo muitas vezes ocupa o lugar de destaque, razão pela qual deve ser combatido com todas as forças, assim como no caso do orgulho. Para começar, podemos ao menos servir os membros da nossa família, aprender a nos alegrar com suas alegrias e a nos entristecer com suas tristezas, até que, com o tempo, nos tornemos a alegria deles (através da generosidade altruísta) e deixemos de ser a sua tristeza (através da imposição egoísta de dor).

Um companheiro frequente do orgulho e do amor-próprio é a inveja, que, lembremos, foi a causa do primeiro assassinato na história da humanidade, quando Caim matou seu irmão Abel (cf. Gn 4:3-8). Dificilmente existe alguém que não tenha experimentado inveja ou sucumbido a ela pelo menos uma vez. Curiosamente, muito poucos estão dispostos a admitir que sofrem com ela. Assim como o amor-próprio, a inveja tem suas raízes na primeira infância, quando invejamos um irmão ou irmã por ter um brinquedo maior, um colega de classe pelo sucesso na escola ou um companheiro de equipe por obter um resultado melhor no esporte. De fato, se acreditamos estar livres dessa paixão, perguntemo-nos: por que não nos alegramos sinceramente com o sucesso do nosso próximo como com o nosso próprio? A razão é a inveja, e nada mais. Ela às vezes é acompanhada por uma alegria maliciosa, uma enfermidade espiritual peculiar que se manifesta como uma estranha e doentia satisfação interior com o infortúnio alheio.

Outra companheira frequente do orgulho, do amor-próprio e da inveja é a vaidade, ou seja, o desejo de uma glória humana e vazia, que se manifesta na necessidade de ser reconhecido, respeitado e visto (em nossos dias: ser “seguido” nas redes sociais). Essa paixão inclui também suas manifestações indiretas, como o amor à honra (o desejo de receber reconhecimento especial), a ostentação (a inclinação a exibir as próprias conquistas diante dos outros) e a busca por precedência, que o próprio Senhor apontou aos seus discípulos e apóstolos como uma tentação mundana incompatível com a perspectiva do Reino de Deus (cf. Mc 10,35-45).

Há ainda outra paixão interna grave, que se tornou especialmente difundida em nossos dias e que certamente deve ser mencionada na Confissão, caso seja reconhecida. Trata-se da avareza, que consiste em uma sede insaciável de aquisição e enriquecimento. A avareza era a doença de Judas, o traidor, que, não a reconhecendo, acabou por trair o seu Senhor por trinta moedas de prata (cf. Mt 26,15). Esta paixão não deve ser confundida com a necessidade natural de aumentar os bens materiais e de administrar a própria casa de forma responsável. É algo bem diferente — a avareza é uma forma de idolatria que coloca a aquisição de dinheiro em primeiro lugar na vida, até mesmo acima de Deus, o que fica claramente evidente na ocupação dos pensamentos com a busca da riqueza, a ponto de sobrecarregar até mesmo a oração. Devido ao seu efeito destrutivo sobre a alma, o apóstolo Paulo chama a avareza de raiz de todos os males (1 Tm 6,10). A avareza é acompanhada de perto pela ganância e pela ganância por bens materiais, enquanto seus outros “companheiros” incluem a busca por agradar aos outros, a bajulação e a servilismo, pois estes servem como meios indiretos de alcançar riqueza ou posições de poder.

Onde há orgulho, amor-próprio, inveja, avareza e vaidade, o ódio também se instala com facilidade. É uma ferida espiritual particularmente grave. Se odiamos alguém abertamente, podemos realmente ser chamados de servos de Cristo? Pois o Senhor nos chama a amar até mesmo nossos inimigos (cf. Mt 5,44), no sentido de desejar sinceramente a salvação deles, como Ele mesmo fez na Cruz (cf. Lc 23,34). O oposto do ódio é o amor, que é a marca mais segura de uma alma saudável. Aqui chegamos ao ponto central de nossa reflexão: se os dois maiores mandamentos são amar a Deus com todo o nosso ser e amar o nosso próximo como a nós mesmos (cf. Mt 22,37-39; Mc 12,30-31), então o nosso maior pecado é precisamente não possuirmos essa medida de amor. “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama” (Jo 14,21), diz o Senhor, dando-nos um critério claro pelo qual podemos avaliar se realmente amamos a Deus. Por outro lado, na parábola do Bom Samaritano (cf. Lucas 10:25-37), encontramos um quadro claro para avaliar se possuímos amor genuíno pelo nosso próximo. Será que algum de nós preenche esses requisitos? Quase ninguém. E já confessamos alguma vez que nos falta amor verdadeiro por Deus e pelo nosso próximo? Eis aqui uma oportunidade para refletirmos profundamente e considerarmos qual é o nosso pecado essencial — aquele do qual procedem todos os nossos sofrimentos.

Ao final desta lista de pecados, falemos sobre o desespero. É um grave estado pecaminoso no qual muitos perderam a alma, chegando até mesmo a levantar a mão contra si mesmos — o exemplo de Judas Iscariotes é o mais trágico (cf. Mt 27,3-5). O desespero é precedido por estados de desesperança, desânimo, tristeza excessiva e abatimento. Todas essas condições devem ser confessadas sem falta, caso estejam presentes, e deve-se buscar ajuda de um Pai Espiritual, a fim de evitar o desfecho final do desespero, que, por meio de pensamentos suicidas, pode levar a pessoa à destruição eterna.

Uma pessoa pode cair em desespero devido à perda da saúde, problemas familiares ou ao fracasso profissional. Contudo, especialmente grave é o estado em que alguém se desespera por causa de um pecado grave, acreditando que não há salvação para si. Portanto, lembremo-nos bem de que, mesmo que tenhamos cometido todos os pecados, mesmo que sejamos os mais pecadores de todos, jamais devemos nos deixar abater pelo desespero — a misericórdia de Deus é incomensuravelmente maior do que todos os nossos pecados, e Deus está sempre pronto a nos perdoar, contanto que, por nossa vez, estejamos prontos a oferecer-Lhe arrependimento ativo. Se cairmos em algum pecado, arrependamo-nos o mais rápido possível e confessemos diante de um sacerdote, para que possamos receber consolação espiritual e forças para seguir em frente, rumo a Cristo. Se o Senhor Deus perdoou até mesmo Judas, o traidor, caso ele tivesse se arrependido sinceramente e buscado o perdão, certamente Ele também nos perdoará, se tivermos arrependimento sincero, estivermos prontos a confessar nossos pecados abertamente e estivermos preparados para lutar contra eles até o fim.

Finalmente, lembrando que o primeiro homem a entrar no Paraíso foi o ladrão arrependido (cf. Lucas 23,42-43), clamemos também ao Senhor com as palavras: Lembra-te de mim, Senhor, no teu Reino, e recorramos sinceramente ao Santo Mistério do arrependimento e da confissão, sem duvidar por um só instante da misericórdia de Deus. Se agirmos assim, Deus nos acolherá em seu abraço paterno (cf. Lucas 15,11-32) e nos conduzirá à alegria eterna.

Glória e louvor ao nosso Deus!


Rev. Sacerdote Dr. Oliver Subotich
tradução de monja Rebeca (Pereira)

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Aurora Ortodoxia é um labor online missionário de cristãos ortodoxos brasileiros de distintas jurisdições canônicas, dedicado ao aprofundamento e iluminação daqueles que se interessam em conhecer a Fé Ortodoxa por meio da experiëncia da Santa Tradição.

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